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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

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Cuide - se...

COLESTEROL... "BOM" E "MAU"...

Existe o colesterol mau e o colesterol bom. Na realidade, o colesterol é um só mas comporta-se de formas diferentes de acordo com as lipoproteínas que o transportam no sangue.
Há dois tipos principais de lipoproteínas: LDL e HDL.
As primeiras exercem uma ação negativa porque facilitam a permanência do colesterol no interior das artérias, favorecendo a formação da placa ateromatosa.
As HDL não permite o depósito de colesterol nas artérias, transportando-o para o fígado, onde é metabolizado.
Para conhecer os seus próprios valores de colesterol total e a frações de colesterol bom e mau, basta uma pequena amostra de sangue. O resultado da análise irá permitir falar com o seu médico e avaliar se os seus valores se encontram dentro da normalidade, se estão nos limites superiores ou se está em risco.
Foi demonstrado cientificamente que os casos de excesso de peso e obesidade, com excesso de gordura visceral, representam uma condição de risco para o aparecimento de problemas cardiovasculares.
Mesmo que a quantidade de colesterol presente no organismo seja apenas parcialmente proveniente da alimentação (cerca de 20%), e o restante seja sintetizado pelo organismo a nível hepático, o primeiro passo para manter sob controlo os níveis de colesterol é reduzir a ingestão de gorduras na alimentação.
Foi demonstrado em ensaios clínicos que a prática regular de exercício físico, pelo menos 30 minutos por dia (pode ser natação, corrida ou até uma caminhada rápida), determina um aumento dos valores do colesterol HDL. Este contribui para uma limpeza das artérias e das veias e um aumento do transporte de colesterol para o fígado, com uma redução sensível dos risco cardiovascular. É também importante para a saúde do coração e das artérias adaptar um estilo de vida saudável, deixar de fumar, controlar a ingestão de álcool e repousar pelo menos 6 a 8 horas por noite.

Dores nas costas...

Há dores e "dores"

Quem se queixa de dores nas costas queixa-se provavelmente de uma lombalgia: a dor que afeta a região lombar (zona dos rins).
São dores muito frequentes: é que a região lombar suporta a maior parte do nosso peso, sendo sujeita a múltiplas agressões, das posturas incorretas aos movimentos repetitivos, do stresse ao excesso de peso.
As dores podem ser passageiras, agudas, ou cronicas. Isso são comuns quando se tem uma má postura ao sentar, ao deitar, ao permanecer de pé ou levantar objetos pesados; lesões, distensões e fraturas; stresse; doença congenitas ou adquiridas, como ciática, osteoporose, artrite reumatóide, fibromialgia, espondilite ou hérnia discal; infecções e tumores na coluna (raros).

Ajudas para deixar de doer

Trata-se com recursos de auto-cuidado e a medicamentos:
Aplicação de calor: colocar um saco de água quente alivia a dor relaxando os músculos e promovendo a circulação sanguínea; cada aplicação não deve ser superior a vinte a trinta minutos.
Massagens
Repouso: por um ou dois dias no máximo, após o que se devem retomar progressivamente as atividades habituais
Medicamentos: analgésicos (para alívio da dor) e anti-inflamatórios (recomendado pelo médico); por vezes há necessidade de relaxantes musculares.

Se a dor e a inflamação não começarem a ceder ao fim de três dias, a situação deve merecer uma avaliação médica. O médico também deve ser consultado se a dor irradiar para as pernas e joelhos, se houver febre, náuseas ou impedir os movimentos ou se tiver sido causada por uma ferida, se prolongar por muitos dias.

Previna mantendo o peso normal evitando as gorduras e, com elas, os quilos a mais; antes de qualquer atividade física, faça exercícios de aquecimento; mantenha as costas direitas quando estiver sentado; não permaneça sentado por muito tempo seguido; distribua o peso por ambos os pés se estiver de pé; use calçados confortável; evite colchões demasiado moles, coloque um estrado por baixo se necessário; não levante ou carregue objetos demasiados pesados e se o fizer nunca dobre as costas, mas sim os joelhos e levante-se como impulso das pernas.

A água faz milagre...

Beber muita água é excelente para pele,
rins, celulite...

Depressão...

A depressão é uma perturbação do humor que interfere na capacidade para funcionar no dia-a-dia e apreciar os aspectos positivos da vida. Doença do foro mental, caracteriza-se por sentimentos de profunda tristeza e desinteresse, apresentando um vasto conjunto de sintomas-físicos e emocionais.
O quadro é de depressão quando a tristeza se prolonga por duas semanas ou mais, impedindo de trabalhar ou realizar atividades habituais ou quando coexistem vários sintomas (sentimento de vazio, vontade de chorar sem motivo aparente, dificuldade em dormir, em concentrar...).

O que causa a depressão?

A depressão, enquanto doença, resulta de um desequilíbrio químico ao nível do cérebro. Estão, geralmente, envolvidos "mensageiros" - os neurotransmissores - que regulam o nosso humor. Fatores genéticos ou acontecimentos da vida como o divórcio, o desemprego, a morte de um familiar, podem levar a uma depressão.

Como se trata a depressão?

A depressão trata-se, com recurso a medicamentos - antidepressivos - ou a apoio psicológico - psicoterapia - sendo comum uma abordagem que combine ambas as terapêuticas, a par de um esforço do próprio doente no sentido de introduzir alterações no seu estilo de vida.
O tratamento adequado da depressão, iniciado o mais cedo possível, é fundamental para uma recuperação duradoura: uma depressão não tratada prolonga-se por muito mais tempo e arrisca-se a regressar. Mas o maior risco de não tratar a depressão é ela poder levar ao suicídio. Tratar a depressão é a melhor forma de regressar a uma vida normal, equilibrada e saudável.

Antidepressivo, por quanto tempo devem ser tomados?

O tratamento de uma depressão é sempre prolongado, podendo, no caso de um primeiro episódio, estender-se por seis meses, ou mais. Se a depressão voltar pode ser necessário mais tempo.
Os antidepressivos demoram a atuar: nas primeiras semanas, pode não sentir qualquer evolução, mas não deve suspender a toma.

Atenção

Tome os medicamentos com comida, beba líquidos em abundância durante o dia.
Prefira as frutas, vegetais e os cereais, reduza os doces, as bebidas açucaradas.
Faça uma pausa durante o dia, experimente um exercício leve como caminhar, tome os medicamentos uma ou duas horas antes de se deitar.
Tome os medicamentos de manhã, evite bebidas com cafeína, estabeleça uma rotina relaxante antes de se deitar.
Beba água com regularidade, chupe pequenos cubos de gelo ou pastilha sem açúcar, respire pelo nariz, lave os dentes duas vezes ao dia.
Levante-se devagar, evite o álcool, a cafeína e o tabaco, beba líquidos em abundância, tome a medicação ao deitar.
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